Liga das Nações
Seleção Brasileira Feminina de Vôlei define numeração para a Liga das Nações e projeta estreia em Brasília
Equipe brasileira terá mudanças em algumas camisas para a VNL e inicia caminhada no torneio no dia 3 de junho diante da Holanda
20/05/2026 15h45 Atualizada há 2 semanas
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Foto: FIVB/Divulgação

A caminhada da Seleção Brasileira Feminina de Vôlei rumo à Liga das Nações de Vôlei (VNL) ganhou mais um capítulo importante. Nesta segunda-feira (18), a Volleyball World divulgou oficialmente a numeração das atletas inscritas para a competição internacional, confirmando alterações em algumas camisas e dando novos contornos ao elenco que buscará mais um título para o Brasil.

Ao todo, 30 jogadoras foram registradas para a disputa do torneio. No entanto, nem todas estarão em quadra ao longo da competição, já que a comissão técnica realizará convocações específicas para cada etapa da Liga das Nações.

A estreia brasileira está marcada para o dia 3 de junho, em Brasília, diante da Holanda, às 20h. O confronto abre a participação da equipe em um torneio que mais uma vez reunirá algumas das principais potências do voleibol mundial.

Após os primeiros compromissos em território brasileiro, a Seleção seguirá viagem para Ancara, na Turquia, onde disputará a segunda fase entre os dias 17 e 21 de junho. Na sequência, a equipe encerra a etapa classificatória em Osaka, no Japão, com partidas previstas entre 8 e 12 de julho.

A fase decisiva da competição acontecerá em Macau, na China, entre os dias 22 e 26 de julho, reunindo as seleções classificadas para a disputa pelo título.

Entre as novidades anunciadas está a mudança de numeração de algumas atletas importantes do grupo. A ponteira Ana Cristina passa a atuar com a camisa 14, deixando para trás o tradicional número 12 utilizado anteriormente.

Outra alteração envolve a líbero Marcelle, que agora utilizará a camisa 22, substituindo o número 30.

Também chamam atenção os retornos das líberos Natinha e Nyeme, ausentes na última temporada e que agora voltam ao grupo utilizando as camisas 5 e 6, respectivamente.

As mudanças podem parecer detalhes para o torcedor, mas representam também novos ciclos dentro de um elenco que mistura renovação e experiência. A Liga das Nações surge mais uma vez como importante termômetro para observar evolução técnica, consolidação de talentos e fortalecimento da equipe visando os próximos desafios internacionais.

Com tradição, favoritismo e um grupo cada vez mais competitivo, o Brasil inicia mais uma temporada buscando manter o protagonismo entre as maiores forças do voleibol mundial